domingo, 1 de novembro de 2009

crepúsculo

Assisti o filme "Crespúsculo". Um filme sobre vampiros. E pra minha surpresa, trata-se na verdade de um filme de amor. Não há violência, nem cenas sangrentas. Um mês depois, um colega de trabalho se interessou pelo filme, porque ouviu falar que a trilha sonora é excelente. Confesso que não prestei muita atenção nas músicas. Lembro-me que há trechos de música clássica, inclusive Debussy é apreciado pelo personagem principal do filme. Resolvi assistir o filme novamente, pra dessa vez prestar mais atenção à sua trilha sonora. Só que desta vez assistirei em partes, nos intervalos de minhas atividades.

Até agora, assisti uns vinte minutos, e o que pude observar nessa fase inicial é que a música parece ser do estilo "word music". Música do Mundo. Inclusive, aprecio esse tipo de música.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Telão de cinema

Os aparelhos de tv de antigamente não se pode comparar com os de hoje. Todos em preto e branco, imagem com resolução bem menor do que a de hoje. E a tela pequena, de 20" no máximo. Na primeira vez que fui ao cinema, foi pra assistir a um filme do 007. Com 007 só se vive duas vezes. O filme foi produzido em cinemascope. Imagine o meu espanto, acostumado com uma telinha de 20", preto e branco, baixa resolução; ao me deparar com uma tela gigante, de altíssima resolução. Virei fã de cinema.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Do tempo do Rei Arthur

No livro "O Rei do Inverno", época do Rei Arthur, há dois mundos, o da religião antiga, o dos feiticeiros, que estava no seu fim; e a cristã, religião que estava iniciando.

O ser humano sempre se mostrou supersticioso, nessa época era pior ainda. O cara mijava no muro, depois cuspia em cima para expulsar o mal.

sábado, 1 de agosto de 2009

A menina que roubava livros

Estou a ler o livro "A Menina que rouba livros". Livro bastante bom, principalmente depois da página 100. o que me chamou a atenção é o fato da menina roubar livros, e concluirmos que se ela rouba livros é porque gosta muito de ler. Vale a pena ler.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Fim dos Tempos

"Fim dos Tempos" é o filme mais fraco de M. Night Shyamalan, diretor de "Sinais", "O Sexto Sentido", "A Deusa d'água" - que ninguém gostou além de mim. O "Fim dos Tempos" poderia ter vários títulos: Plantas Assassinas, Assassino Oculto ou Vento da Morte. É um filme de suspense mas que não assusta ninguém.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O sorriso do Lagarto

Ângelo Marcos, político ladrão. Traía a mulher, que pegara ele em flagra bolinando mulher, mas fingiu que nada percebeu. Passou a sofrer de câncer. Esposa sente asco por ele, pelas traições, mas se sacrifica, se esforçando e ele acaba pensando que ela o ama. Ana Clara passa a trair o marido, afinal era um mulherão ainda.

Por dicas médicas, e para aliviar os males do tratamento de quimioterapia, passa a fumar maconha, as escondidas. Isso me fez lembrar de algo lá atrás que até me havia esquecido. Como certas coisas entram no esquecimento.

sábado, 2 de maio de 2009

Teatro

O teatro brasileiro é mal trabalhado. Não se incentiva o povo a gostar desse tipo de arte. Se na primeira vez que uma pessoa vai ao teatro, e com uma pré-impressão ruim, e por azar, não gosta da peça; dali em diante fará um pré-julgamento de todas as outras apresentações sem nunca mais voltar ao teatro. É como ler o primeiro livro. Se gostou, a chance de ler outros depois é enorme.

O teatro é caro, por isso inacessível ao povo. Os artistas reclamam da falta de público, mas também não procuram um caminho pra ela se popularizar, e se espalhar. No fundo, até gostam que a frequência seja de elite. Dá status, dá nome.

No teatro só se vê pessoas muito bem vestidas. Roupas caras. Vestimenta que fica impensável num ônibus lotado de gente, você sendo amarrotado por uns trinta minutos ou mais. Ou seja, teatro não é coisa de pobre.

Até que alguns heróicamente tentam. Produzem peças baratas, com atores amadores. Mas esses tipos de peças não caem no gosto do público, sempre tem um pra falar, que os da capital são outro papo, é outro nível. E de fato é.

Os atores profissionais, os globais, pra tentar estimular o teatro a crescer, ou pelo menos proporcionar um pouco de cultura para a população carente de tudo; fazer pequenas apresentações em cidades do interior. Principalmente cidades desprovidas de teatro. Alegarão altos custos. Mas quem sabe alguns governos municipais se mostrem dispostos a colaborar. É questão de pelo menos tentar.